Vivemos num mundo onde uma bolsa pode custar o mesmo que uma viagem inteira ou mais! Muitas vezes caímos no engano de pensar que, ao ter um objeto de luxo, vamos nos sentir mais importantes, mais seguras e até mais felizes. Mas será mesmo?
Porquê sentimos isso?
Talvez porque crescemos acreditando que ter menos nos diminui? Talvez porque pensamos que, ao carregar um logo conhecido, finalmente seremos aceites? Ou será porque, no fundo, confundimos autoestima com status?
As grandes marcas brincam com as nossas emoções, criam exclusividade, e até se divertem com as longas filas que formamos à porta das lojas. Mas, quem realmente tem dinheiro não precisa mostrar, não compra para ser visto. Marca hora na loja e é atendido em privado, longe dos flashes e das multidões.
E a armadilha das réplicas, tão perfeitas que confundem até os especialistas (a mim já me confundiram e comprei gato por lebre!). Mas, ironicamente, a forma como nos apresentamos pesa mais que o objeto em si:
🔸 Se alguém que normalmente não cuida da aparência compra uma bolsa de luxo, logo a gente pensa que é falsa.
🔸 Mas se alguém com elegância e presença carrega uma réplica, quase ninguém questiona.
Entendamos que a marca que mais importa não é a que está estampada na bolsa ou na camisa, está na forma como nos vestimos de nós mesmas, entre ecos e silêncio, com confiança, elegância e autenticidade!
– Já sentiu essa pressão de ter algo de luxo para “pertencer”?
Com carinho
Carina
